Indicado! - Paozinho de queijo

As delícias das terras mineiras são muitas. entenda-se: Comida, mulheres e música. Esse capixaba têm saudades daquelas terras. Da música mineira, também tenho meus saudosismos, bons shows já assisti, mas por sorte isso tenho como ver por aqui mesmo. Skank, Jota quest, Pato Fu, Lô Borges, Beto Guedes(clube da esquina em geral), Sepultura, Flávio venturini e em especial 0 14 Bis. Não tem jeito: O 14 Bis é praticamente uma banda do Espírito Santo também, de tanto que eles tocam por aqui, principalmente pelo interior. Mas faltava um registro ao vivo em DVD dessa super banda, que mescla raízes da música mineira e brasileira com um toque de rock progressivo (vide que dois dos seus fundadores, o baixista Magrão e o ex-vocalista e pianista Flávio Venturini, tocavam antes de formar o conjunto na maior banda de rock progressivo que o Brasil já teve: O Terço). Gravado ao vivo, no Grande Teatro Palácio das Artes em Belo Horizonte, o DVD inclue os maiores sucessos da banda como: Espanhola; Natural; Canção da América; Linda Juventude;Todo Azul do Mar; Planeta Sonho entre outras. Alem disso, tem participações especiais de convidados amigos, instrumentistas e cantores como Beto Guedes; Rogerio Flausino; Marcus Viana e Flavio Venturini. Qualidade de imagem e som excelentes. Daqueles que você assisti e nem vê o tempo passar.

Todo azul do mar

Espanhola

Caçador de mim(Época do “Perdidos na noite”)

Friozinho chegando…

Friozinho chegando novamente…Gripe me deixando de cama…

Existe um rádio de um porteiro noturno aqui perto de casa, que parece estar sempre sintonizado em rádios que só tocam canções nostálgicas. Eis que toca mais uma daquelas músicas que você para e pensa: “Ôpa essa eu conheço!”. Sim, conhecia a banda, conhecia a música e conhecia o filme de qual ela  fez parte. Trata-se dos meninos do Keane, banda irlandesa, que usa apenas piano, voz e bateria em suas apresentações, dando ao seu pop açucarado, uma simplicidade única. O filme não é tão antigo, na verdade é até novo, mas como trata-se de uma bela história das telas, a música coube perfeitamente na “Casa do lago”. Ótimo filme, excelente trilha. Segue abaixo o vídeo. E o frio chegando…


 

Versão

Po a versão ficou melhor do que a original! confiram.

 

Será o filho de Paul!?

Talento e bom gosto o rapaizinho têm!

Frase

Em entrevista concedida ao jornalista Marko Syrjälä, da revista This is Rock, Paul Stanley do KISS respondeu como é ter gerações de fãs, inclusive se renovando, tendo crianças de menos de 10 anos nos shows com os pais curtindo o som da banda.

Paul Stanley: “Sim e é ótimo. Eu acredito que o que nós fazemos é atemporal e eterno, não tem uma época específica, é para sempre”.

Ilustração a serviço do rock

Relendo minhas antigas revistas e fanzines de rock, deparei-me com uma coluna que sempre fechava uma dessas publicações. Trata-se do “Roko-Loko”, personagem ilustrativo do cartunista Marcio Baraldi, www.marciobaraldi.com.br . Márcio, assim como seu personagem são aficcionados por rock, e nos cartoons “Roko” sempre interage com uma situação ou personagem histórico, desse “Estilo de vida”.

Abaixo segue algumas ilustrações e cartoons dessa “fera”, que esta sempre sendo premiado pelos seus trabalhos.  De uma passada no site dele, pois ele tem muita coisa bacana pra mostrar fora da música também.

 

O instrumento do mestre

Essa era a titular do mestre Wander Taffo. Entra pra galeria dos sonhos de consumo.

 

GG05 WT

Guitarra Power Signature Wander Taffo

Corpo: Cedro (One piece)
Tarraxas: Vintage Blindadas Gotoh
Braço: Marfim com headstock preto
Escala: Ébano
Trastes: 24 em Alpaca
Marcação: Bolinhas em Madre-pérola genuína
Captador(es): 1 Humb. e 1 Single Coil Seymour Duncan em Alnico
Controles: 1 volume com push-pull que defasa o captador para Single
Ponte: Flutuante com alavanca e microafinação Gotoh
Peso Líquido: 3,2850 Kg
Acabamento: Pintura artística

Cabelos compridos, sonhos e rock n’ roll

Como noticiado no post abaixo, infelizmente perdemos um dos músicos mais completos do Brasil. Wander Taffo, um guitarrista inexplicável. Wander tinha projeto para voltar com a banda Taffo em Junho desse ano, infelizmente não houve tempo. Em 1990 a mesma banda lançou o álbum “Rosa Branca”, o primeiro disco que ouvi as belas melodias do mestre.

Adeus.

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u402179.shtml

 Matéria sobre o enterro

Wander Taffo - Um adeus ao mestre

Um adeus ao mestre na arte da guitarra, e um ídolo desse eterno aprendiz.

Wander Taffo, guitarrista paulistano do bairro da Pompéia, iniciou sua carreira no anos 70 (Maio 1973) com a banda Memphis, onde tocava em bailes nos clubes de São Paulo, como o Paulistano, o Pinheiros e o Círculo Militar. Nesta época, conviveu com a revolução musical e movimentos da Jovem Guarda, Tropicália e Beatles.

Ainda na década de 70, após a banda Memphis, Taffo foi integrante das bandas Made in Brazil, Secos e Molhados, Joelho de Porco, Gang 90 e Rita Lee. Em 1980, iniciou seu trabalho na banda Rádio Taxi, que estourou nas rádios com vários sucessos. Paralelamente ao trabalho artístico, Taffo também dava aulas particulares de guitarra.

Em 86, o guitarrista deixou o Rádio Táxi e partiu para um trabalho solo, gravando um disco em Los Angeles. Nesta fase, Taffo iniciou um projeto de montar uma escola de música inédita no Brasil. Essa idéia surgiu pois Wander Taffo percebeu a carência que o músico brasileiro encontrava para um estudo sério e diferenciado.

Em 1989, Wander lançou seu primeiro disco solo “Wander Taffo”, gravado em Los Angeles, contou com a participação de Lobão, além de músicas de Lulu Santos e Herbert Vianna. O disco recebeu o Prêmio Sharp de Música na categoria “Revelação Pop Rock Masculino”. No ano seguinte (1990) Wander foi escolhido pela crítica como o melhor guitarrista do Brasil.

Em 1991, Wander Taffo ainda formou a Banda Taffo e teve a oportunidade de apresentar seu novo disco Rosa Branca em shows em Nova York, no Limelight e no Cat Club, show que foi gravado pela MTV americana e transmitido para vários países.

Como guitarrista Wander foi convidado para participar dos discos de Marina – “Marina Lima” / 91, de Cássia Eller – “Cassia Eller” / 94, Guilherme Arantes – “ Clássicos” / 94, Arnaldo Batista /95, Afonso Nigro / 95, Guilherme Arantes ao vivo – 2001, entre outros.

Em 1996 Taffo lançou seu segundo disco solo, “Lola” que teve a música “Sempre junto de você” na trilha da novela “O amor está no ar” da Rede Globo. Em julho de 1997, Taffo abriu o IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia). Assim, paralisou seus projetos musicais, dedicando-se exclusivamente ao IG&T. A escola unia a alta tecnologia com centro de conveniência, totalmente inédita na América Latina. Em apenas 1 ano de funcionamento, o IG&T atingiu 1000 matrículas, garantindo o sucesso do projeto.

A partir daí, Taffo abriu oportunidades a outros instrumentos. Seguindo os mesmos padrões do IG&T, em novembro de 99 o Instituto de Guitarra mudou para EM&T (Escola de Música e Tecnologia), no Jabaquara, num prédio de 5 andares (500 metros quadrados por andar), com mais cinco Institutos: IB&T (Instituto de Baixo e Tecnologia); IV&T (Instituto de Violão e Tecnologia); IC&T (Instituto de Canto e Tecnologia); IP&T (Instituto de Percussão e Tecnologia – Bateria) e IT&T (Instituto de Teclado e Tecnologia).

Hoje, a EM&T já reflete um grande sucesso, premiada com 5 certificados internacionais de qualidade, onde estão matriculados mais de 2500 alunos, de várias partes do País. Em Fevereiro de 2006 foi inaugurada com muito sucesso a EM&T de Vitória/ES dando início às franquias da EM&T e também o núcleo EM&T nas Escolas Pueri Domus. Campinas/São Paulo inaugurou em Fevereiro último, uma nova unidade da EM&T.

Taffo também volta aos palcos com o lançamento do DVD e CD ao vivo do Radio Taxi pela Sony/Bmg. O último projeto em andamento, interrompido por esta fatatalidade, seria a volta da banda Taffo prevista para o mês de julho de 2008.

fonte: www.territoriodamusica.com

Você pode ler o post aqui http://paisagemurbana.wordpress.com/2008/03/14/vou-de-taxi/ sobre o show do Rádio Taxi que aconteceu ano passado em Vitória/ES. Um momento único e mágico, que só quem esteve, poderá entender o que foi aquele show.

 


Sonhos e Rock n Roll


Um Amor de Verão


Coisas de Casal

O Doce Poeta

Derek Willian Dick, mais conhecido como Fish, foi o primeiro vocalista do Marillion, banda seminal de rock progressivo dos anos 80. Nascido em Edimburgo, Escócia, em 25 de abril de 1958. Ganhou esse apelido não pelas suas digamos, apreciáveis bebedeiras, e sim ainda adolescente, por passar horas tomando seu banho semanal. Teve vários empregos que um jovem pobre daquela época poderia ter, de frentista a jardineiro. O adversidade ao seu trabalho porém aparecia, quando ele era sempre mandado embora, por “não conseguir se fixar a realidade”.

Fish, fez várias audições em bandas, até que em 1980, fez seu primeiro contato com o Marillion, vindo em março do ano seguinte subir pela primeira vez ao palco com a banda.

O nome do grupo crescia no Reino Unido, devido a excelente qualidade musical agregados a complexidade das letras e as apresentações teatrais do seu frontman. Nessa época o Marillion foi tido como uma imitação do Gênesis, e Fish como uma cópia de Peter Gabriel, pois até a maquiagem que usavam na época eram muito similares.

Em pouco tempo as casas começaram a ficar pequenas, o que chamou a atenção da gravadora EMI, que contratou a banda. Seu primeiro single foi “Market Square Heroes” de 82. Em 83 saiu o primeiro álbum, o elogiado “Script For A Jester’s Tears”, onde se destaca a faixa-título, além de outras como “Chelsea Monday” e “He Knows, You Know”. A imprensa deu bastante destaque à banda, e eles passaram o ano fazendo shows, terminando a tour com um show antológico no Marquee.
Em 85 foi lançado o disco conceitual “Misplace Childhood”. Este provavelmente é um dos discos mais clássicos do rock progressivo. O disco conta uma história de um astro de rock que se ressente da escolha da carreira ao invés do amor de infância. Chegou disparando para o 1º lugar e os singles “Kayleigh” e “Lavender” chegaram ao 2º e 5º lugares respectivamente. A banda ganhava finalmente o respeito britânico e mundial. Fish começou a ser apontado como um poeta para sua geração.

Foram dois anos de muitos shows e sucesso, e em 87 saiu o álbum “Clutching At Straws”, um álbum bem sombrio, com algumas das melhores letras de Fish. O disco fala muito de problemas com álcool e frustrações, e o disco chegou ao 2º lugar, mas os problemas musicais e de relacionamento chegaram ao limite e Fish declarou no dia 16 de setembro de 1988 que estava deixando a banda para partir para a carreira solo.

Ainda foi lançado o álbum ao vivo “The Thieving Magpie”, que serve como despedida da formação mais clássica do Marillion. Fish assinou com a EMI e lançou “Vigil In A Wildreness Of Mirrors” em 1990, um álbum que conta com participações de vários músicos, entre eles Frank Usher, que tocou com ele no começo de carreira, e Janick Gers, que passou por várias bandas e atualmente está no Iron Maiden. “Vigil…” tem tudo o que um fã de Marillion esperava: Músicas progressivas com um instrumental perfeito e letras fantásticas como “Family Business” ou “The Company”. O disco é muito bom, mas a crítica não o aceitou muito bem, e não foi aquele sucesso esperado.

Em 91 foi lançado “Internal Exile”, outro grande álbum, com várias referências a Escócia, onde se destaca “Internal Exile”, com um final com gaita-de-foles arrepiante. Logo depois Fish homenageou suas influências com o disco de covers “Songs From The Mirror”, onde há versões de Pink Floyd, Genesis, The Sensational Alex Harvey Band (banda lendária na Escócia, de onde saíram o baixista Chris Glenn e o baterista Ted MacKenna, que tocaram com Gillan, Michael Schenker e outros), David Bowie, e outros.

Com o contrato com a EMI encerrado, Fish fundou seu próprio selo e começou a por em prática o lançamento de vários “piratas oficiais”, de apresentações ao vivo. Um dos melhores dessa safra é o “Sushi”, um registro do último show da tour do “Songs…”.

“Suits”, de 1994, é o primeiro álbum com músicas inéditas desde 91, e vem recheado de críticas aos “homens de terno”, que dirigem as coisas, e amarguras do meio musical. Entre as várias coletâneas lançadas, saiu a dupla “Yin” e “Yang”, em 1995, que pode ser a porta de entrada se você quer conhecer seu trabalho de Fish. Tem várias regravações do Marillion e versões inéditas de músicas solo. É uma coletânea honesta, que não cheira a caça-níqueis.

O Brasil foi privilegiado pela visita de Fish. Em 96, com shows antológicos, ele mostrou que é um dos maiores carismas do rock. Chegou a descer do palco e cantar no meio do público, contou dezenas de piadas (disse que em 90 a Escócia só tinha perdido do Brasil na Copa do Mundo porque a torcida só tinha dinheiro para beber até o fim da primeira fase!!!!). Um dos grandes momentos foi o público todo abraçado imitando a coreografia do clipe, ao som de “Incommunicado”, e o encore com “Lavender”.

Em 97 foi lançado “Sunsets On Empire”, um cd com uma sonoridade um pouco diferente, com uma guitarra mais pesada e alguns experimentos, como por exemplo, na faixa “What Colour is God?”, onde dispara contra o racismo, e “Brother 52”. Esse CD tem uma edição limitada, que acompanha um CD de entrevistas onde ele cita ter ficado chocado com a situação dos meninos de rua que viu no Brasil. Fala também das suas visitas a Bósnia e Croácia, que estavam em guerra na época. Fish foi um dos artistas que mais pediram pela paz no local, e visita regularmente esses países até hoje.

Raingods With Zippos” foi lançado em 99 e distribuído pela Roadrunner mundialmente. É um bom disco, e foi lançado no Brasil, algo que não acontecia desde “Internal Exile”. Para 2001 está saindo “Fellini Days”, com algumas participações confirmadas, como as de Steve Lukater e Brian May. O guitarrista do Queen é amigo de Fish há anos, inclusive existem alguns piratas de uma jam session de Fish com o Queen em 86.

Surgiram alguns boatos sobre uma reunião do Marillion com Fish, desmentidos por ambos os lados, mas não totalmente descartada a longo prazo. Inclusive Fish e seu substituto, Steve Hogart, participaram de uma gravação juntos, da música “Sailing”, em um EP beneficente.

FISH atualmente

A carreira de Fish, se teve altos e baixos em matéria de vendas e popularidade, sempre teve um padrão de qualidade altíssima. E mantém-se até hoje como um dos principais ícones da música progressiva mundial.

 

Do começo da carreira

Script For A Jester’s Tear

A mais famosa música do Marillion com Fish no vocal aqui no Brasil

Kayleigh

Uma das melhores

Sugar Mice